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Retaliatory
Retaliatory Attack
 Retaliatory
Nota: 10
Ano: 2006
Por: Filipe Souza
Gênero: Thrash Metal
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Cirrhosis
Alcoholic Death Noise
 Cirrhosis
Nota: 9,5
Ano: 2003
Por: Filipe Souza
Gênero: Death Metal
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Eilera
Fusion
 Eilera
Nota: 9,5
Ano: 2007
Por: Filipe Souza
Gênero: Ambient Metal
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Children of Bodom
Hatebreeder
 Children of Bodom
Nota: 9,5
Ano: 1999
Por: Filipe Souza
Gênero: Death Metal
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Unearthly
Infernum - Prelude To A New Reign
 Unearthly
Nota: 10
Ano: 2002
Por: Filipe Souza
Gênero: Black Metal
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Vidres A La Sang
Vidres A La Sang
 Vidres A La Sang
Nota: 9,5
Ano: 2004
Por: Filipe Souza
Gênero: Death Metal
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Akerbeltz
Therion Rising
 Akerbeltz
Nota: 8,0
Ano: 1999
Por: Filipe Souza
Gênero: Black Metal
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The Heretic
Gospel Songs in e Minor
 The Heretic
Nota: 9,5
Ano: 2005
Por: Filipe Souza
Gênero: Black Metal Sinfônico
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Graveworm
(N)Utopia
 Graveworm
Nota: 9,5
Ano: 2005
Por: Filipe Souza
Gênero: Black Metal Sinfônico
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Cradle Of Filth
Lovecraft & Witch Hearts
 Cradle Of Filth
Nota: 10
Ano: 2002
Por: Filipe Souza
Gênero: Black Metal Sinfônico
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Metal Zone ›› Seção Discografia Comentada ›› Matéria sobre Kiss
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Discografia Comentada
Kiss
Artista: Kiss
País de Origem: Estados Unidos
Site: www.kissonline.com
Gênero: Hard Rock
Kiss

Escrito por: Henrique Linhares [henrique@metalzone.com.br]

Comentar a discografia do Kiss é uma tarefa árdua. Assim, dividimos em duas partes. A primeira “A magia das maquiagens” traz o início da carreira do grupo, que ficou marcado pelo uso das máscaras e levou multidões pelo mundo todo ao delírio.


Kiss (1974)
Nota 10

KissA história é mais ou menos a mesma, quatro rapazes se juntam para montar uma banda de rock, só que neste caso existe uma diferença ... Estamos falando do Kiss, uma das maiores bandas de rock do planeta, e no ano de 74 eles lançam seu primeiro trabalho, intitulado simplesmente Kiss, o álbum é um estouro, não apenas pelo visual (extremamente agressivo para a época), como também pela excelente qualidade musical da banda. Um cd fenomenal, que consegue a façanha de conter nove clássicos em suas 10 faixas, rock’n’roll básico, simples e certeiro, com trocas de vocais perfeitas, como na faixa “Nothin’ To Lose”. Nasce aí uma das maiores lendas do rock até os dias de hoje.
(10 faixas – 35:10)

Hotter Than Hell (1974)
Nota 10

Hotter Than HellO segundo trabalho é lançado no mesmo ano de 74, a esta altura já alcançam um status de grandeza, o cd segue a mesma linha do anterior, ou seja, um rock’n’roll básico mas extremamente eficaz, com uma grande tendência ao hard rock, novamente conseguem emplacar vários clássicos, como “Got To Choose”, “Parasite”, “Goin’ Blind”, “Let Me Go, Rock’n’Roll” e “Comin’ Home”. O marketing montado em torno das identidades dos integrantes do Kiss, só aumenta a popularidade do grupo.
(10 faixas – 33:06)

Dressed To Kill (1975)
Nota 10

Dressed To KillO ritmo de lançamentos é alucinado, em pouquíssimo tempo já estão lançando o terceiro trabalho, um álbum tão bom quanto seus antecessores, é incrível como eles conseguem emplacar tantos clássicos a cada novo trabalho, isto sem mudar a fórmula inicial, ou seja, todo um mistério em torno de suas imagens e muita competência no estilo de música que tocam, apesar do disco conter músicas como “Room Service”, “Two Timer”, “Rock Bottom” e “C’mon And Love Me” é neste álbum que a banda Kiss nos presenteia com um dos maiores hinos do rock’n’roll mundial, estamos falando de “Rock And Roll All Nite”. Neste momento já são considerados a maior banda do planeta.
(10 faixas – 29:50)

Alive (1975)
Nota 10

AliveO sucesso da banda é tamanho e tão monstruoso que apenas um ano após surgirem, e neste período terem lançado 3 álbuns, a banda grava um cd duplo ao vivo. Estão ali todos os clássicos do Kiss, apresentados aos fãs de uma maneira magistral, captando toda a energia e peso de um show do fenômeno formado por Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Frehley e Peter Criss.
(Cd 01: 9 faixas – 35:40 / Cd 02: 7 faixas – 42:41)

Destroyer (1976)
Nota 10

DestroyerLogo após o estrondoso sucesso de Alive, é lançado no mercado um novo álbum, Destroyer, e por incrível que possa parecer, a banda parece não ter mais limites em criar clássicos, de cara o álbum traz a excelente “Detroit Rock City”, seguida da maravilhosa “ King Of The Night Time World” e logo após a fenomenal “God Of Thunder” (com um ar todo sombrio). Aí então você consegue respirar um pouco com “Great Expectations”, mas o refresco dura pouco, pois ainda temos “Shout It Out Loud” (que pique maneiro com um refrão que não sai da cabeça), a baladinha “Beth” interpretada pelo baterista Peter Criss, foi escrita para sua mulher e é uma das canções mais sentimentais que a banda já produziu. E para fechar o cd com chave de ouro “Do You Love Me”. A esta altura o fenômeno Kiss já se alastrou por todo o planeta.
(9 faixas – 34:02)

Rock And Roll Over (1976)
Nota 10

Rock And Roll OverSem perder o ritmo lançam ainda em 76 seu 5º álbum de estúdio, uma façanha realmente incrível para uma banda que surgiu apenas dois anos antes. E a avalanche de clássicos não para “I Want You” abre o petardo, seguida por outras faixas tão boas quanto, como “Calling Dr. Love”, “Ladies Room” e “Mr. Speed”, com um riff muito legal também em Rock And Roll Over, repetem a fórmula do trabalho anterior, ou seja, novamente uma faixa mais light interpretada pelo baterista Peter Criss “Hard Luck Woman”, o cara tem uma voz muito legal, e fecham o petardo com “Makin’ Love”. Alguns dos membros da banda começam a ter problemas com álcool e drogas, entretanto isto parece não estar prejudicando a criatividade e produtividade do Kiss, pelo menos por enquanto.
(10 faixas – 32:33)

Love Gun (1977)
Nota 10

Love GunOs problemas com os integrantes da banda aumentam, mesmo assim o álbum seguinte também é um estouro mundial, mais pesado que os anteriores sem perder entretanto a qualidade alcançada nos mesmos. “I Stole Your Love”, faixa inicial, é um clássico imediato, seguida de “Christine Sixteen” e também da incrível “Shock Me”, interpretada pelo guitarrista Ace Frehley, mas não para por aí, pois “Tomorrow And Tonight” é a faixa seguinte, espetacular, rock’n’roll simples e grudento, “Love Gun” é o momento máximo do cd com aquela entrada de bateria marcante, e após tantas faixas boas ainda resta fôlego para “Plaster Caster”. Os shows da banda estão sempre lotados, a curiosidade a respeito das identidades e todos os efeitos visuais dos shows só aumentam a fama do Kiss, que a esta altura já não pode mais ser considerada apenas uma simples banda; Paul, Gene, Ace e Peter são uma lenda, de tal magnitude que tudo que gira em torno da banda gera uma fortuna para eles.
(10 faixas – 32:05)

Alive II (1977)
Nota 10

Alive IIA quantidade de clássicos é tamanha e tão vasta, que apenas dois anos após lançarem seu primeiro álbum ao vivo a banda solta no mercado Alive II, seu novo cd. Um duplo ao vivo recheado com todas aquelas músicas que já esperávamos deste tipo de trabalho e com uma agradável surpresa, cinco músicas inéditas, “All American Man”, “Rockin’ In The USA” (muito legal), “Larger Than Life”, “Rocket Ride” e “Any Way You Want It”. Apesar do estrondoso sucesso deste cd, os problemas com os membros da banda se agravam em uma proporção muito perigosa.
(Cd 1: 10 faixas – 35:52 / Cd 2: 10 faixas – 35,46)

Double Platinum (1978)
Nota 8.5

Double PlatinumUm cd para comemorar os discos de platina recebidos pela banda, trata-se de um apanhado dos maiores clássicos do Kiss, na minha opinão, um cd totalmente dispensável, entretanto para a época em que foi lançado, serviu como um grande “caça-níqueis” e também para tentar resolver os problemas com os integrantes do grupo, que já estavam chegando a um nível preocupante. Não que o cd seja ruim, mas para que se lançar uma coletânea se o último trabalho no mercado é um cd ao vivo, isto é, nada mais que uma coletânea extraída de um show? Realmente alguma coisa errada estava acontecendo com a banda.
(20 faixas – 64:10)

Ace Frehley (1978)
Nota 10

Ace FrehleyA solução encontrada para tentar amenizar os problemas, é novamente uma grande jogada de marketing. Foram lançados no mercado, simultaneamente quatro cds, um solo de cada integrante, desta forma eles puderam fugir um pouco do vínculo com a banda e demonstrar suas influências musicais. O guitarrista Ace Frehley, apesar dos sérios problemas com o alcoolismo, soube aproveitar muito bem este trabalho, um álbum extremamente rock’n’roll, com músicas ótimas como “Rip It Out”, “Speedin’ Back To My Baby’ e “Ozone”, Frehley dá mostras que além de ser um excelente guitarrista é também um compositor e vocalista de primeira linha.
(9 faixas – 36:36)

Gene Simmons (1978)
Nota 8.0

Gene SimmonsO baixista e vocalista Gene Simmons demonstra toda sua excentricidade, tanto pessoal quanto musical, neste trabalho, fazendo uma mescla muito interessante entre rock e outros estilos digamos “bem diferentes”, o resultado, algumas músicas muito boas como “Radioactive” e “See You Tonite” (muito legal, apesar de ser meio baladinha) outras nem tanto como “When You Wish Upon a Start” (o cara parece ter ficado louco ... rs). Um cd interessante, entretanto é necessário ser ouvido algumas vezes para ser digerido e entendido, é o que mais se distancia do som original da banda.
(11 faixas – 38:57)

Paul Stanley (1978)
Nota 10

Paul StanleyPaul é o membro mais comunicativo e cativante da banda, e isto se reflete em seu álbum solo, seu talento como compositor e vocalista se evidenciam ainda mais aqui. “Tonight You Belong To Me” é a faixa que abre muito bem o cd, seguida de “Move On” tão boa quanto, outros bons momentos também nas faixas “Take Me Away (Together As One)” e “It’s Alright”, a mais legal do álbum. Paul acertou em cheio em seu trabalho.
(9 faixas – 35:29)

Peter Criss (1978)
Nota 8.0

Peter CrissO baterista Peter Criss em seu cd solo, mostra todo seu talento como vocalista, um pop rock muito competente é verdade, mas chega a ser um pouco chato, pois as faixas todas são muito parecidas, você tem a impressão de estar ouvindo versões diferentes da mesma música durante a execução do cd. É um trabalho muito (mas muito mesmo) diferente do estilo musical da banda Kiss, isto é legal, pois podemos avaliar as influências musicais de Peter.
(10 faixas – 35:07)

Dynasty (1979)
Nota 8.0

DynastyA pausa entre o lançamento de Love Gun e o novo trabalho, e os problemas com drogas e álcool começam a refletir-se na música da banda. Dynasty é um cd extremamente pop em relação aos trabalhos anteriores, parece que a abundante criatividade das composições clássicas do Kiss não foi tão generosa neste momento. “I Was Made For Lovin’ You” abre o cd, já com uma clara demonstração do direcionamento menos rock’n’roll adotado pela banda, segue-se a ela “2,000 Man” (uma das melhores do álbum), “Sure Know Something” é outro exemplo do pop rock praticado no petardo, e o melhor momento fica por conta de “Charisma” (muito legal). Muito pouco para uma banda que está acostumada a emplacar vários clássicos em seus cds.
(9 faixas – 38:30)

Unmasked (1980)
Nota 7.0

UnmaskedAs desavenças entre os integrantes da banda aumentam a cada dia, e isto afeta diretamente na qualidade das músicas novas. O Kiss parece ter perdido a fórmula mágica de colecionar sucessos em seus álbuns, aquele rock’n’roll extremamente simples e eficaz, cedeu lugar de vez a um pop muito chato, em alguns momentos nem parece que estamos ouvindo a mesma banda. Nem uma das 11 faixas é capaz de resgatar, nem de longe, aquela imagem da super banda, na minha humilde opinião, trata-se do pior trabalho desta primeira fase do grupo.
(11 faixas – 39,48)

Music From The Elder (1981)
Nota 8.0

Music From The ElderUm trabalho mais conceitual da banda, com músicas muito boas, mas por tratar-se deste tipo de álbum, não se parece em nada com os melhores cds do Kiss. “The Oath”, “Just a Boy” e “Only You” são canções muito legais, “Under The Rose”, com todo aquele clima medieval, também é um bom momento, e como não poderia faltar, lá está uma baladinha “A World Without Heroes”, e a faixa mais rock’n’roll “I”, a melhor do cd. Os problemas com drogas vividos pelo baterista chegam a um ponto em que não há outra alternativa, Peter Criss deixa o Kiss.
(12 faixas – 42:29) Nota 8,0

Killers (1982)
Nota 8.5

KillersApós a saída do baterista Peter Criss a banda sai a procura de um novo membro, e novamente uma gigantesca estratégia de marketing envolve a banda, todos querem saber quem será o novo membro do Kiss. A resposta vem por meio da coletânea Killers, o novo baterista chama-se Eric Carr, dono de técnica e estilo bem mais agressivos que seu antecessor, demonstrados claramente nas faixas inéditas “I’m a Legend Tonight” e “Down On Your Kness”. Bem ao que parece a máquina Kiss resistiu ao baque da perda de um membro original.
(12 faixas – 45:58 )

Creatures Of The Nigth (1982)
Nota 10

Creatures Of The NigthA prova definitiva que o fenômeno Kiss não pereceu, existe vida após a tormenta. A faixa “Creatures Of The Night” abre o cd com uma ótima constatação, o pop rock dos últimos trabalhos foi deixado de lado, o que se houve agora é um som muito mais pesado, a banda entrou definitivamente na era heavy metal. “Killer”, “Keep Me Comin”, “Rock And Roll Hell” e “Danger” são apenas um maravilhoso aperitivo antes de nos deliciarmos com um dos novos clássicos da banda, estamos falando de “I Love It Loud” (talvez a música mais pesada da banda) ... fabulosa!!! Logo depois a balada “I Still Love You”, o grupo se especializou em fazer baladinhas certeiras. Após tantas canções boas seria de se esperar um deslize, felizmente o que se segue é tão bom quanto, “Saint And Sinner”, e para encerrar com chave de ouro “War Machine”, outra porrada que se tornou um clássico instantâneo. Um trabalho impecável, para alavancar o mito Kiss novamente, entretanto, outro golpe abala as estruturas do grupo, os problemas com álcool e as tradicionais desavenças musicais levam o guitarrista Ace Frehley a abandonar o grupo logo após o lançamento do cd, para seu lugar é chamado Vinnie Vincent, é nesta tour também que a banda desembarca pela primeira vez no Brasil, fazendo um dos maiores shows de sua história no estádio do Maracanã, e incluindo o país na rota internacional de eventos musicais.
(9 faixas – 38:47)

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