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Metal Zone | Entrevistas | Tokyo Blade | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
Selo Generale traz, pela ótica de Ron Wood, os bastidores de uma das bandas mais importantes do mundo.

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Schizophrenia

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(Thrash Metal) Tamanho: 5.72 mb

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Regeneration
(NWOBHM)
Por: Luiz Ribeiro

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8,5/10
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 Entrevistas

Metal Zone Home Entrevistas → Tokyo Blade


Tokyo Blade

Gênero: NWOBHM
País: Inglaterra

Formação mais Recente:


http://www.myspace.com/tokyobladeofficial

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Tokyo Blade

Andy Boulton fala sobre a trajetória da banda

Por: Luiz Ribeiro (luizribeiro@metalzone.com.br)
05/05/2012

O Tokyo Blade é com certeza, uma das maiores bandas da N.W.O.B.H.M.. Seus dois primeiros álbuns são grandes clássicos do movimento.

Após dezesseis anos de seu último álbum, em 2011, a banda lançou seu mais novo registro: “Thousand Men Strong”. Com boa repercussão, a banda vem colhendo os frutos do trabalho.

Após publicar a resenha do álbum, o Metalzone conseguiu uma entrevista com Andy Boulton, guitarrista e fundador da banda. Andy, que no momento da entrevista encontrava-se em turnê na Alemanha, falou sobre o novo álbum, planos para o próximo lançamento, o novo vocalista e o desejo de tocar no Brasil.


Caro Andy Boulton, desde já agradeço a oportunidade. Os brasileiros são grandes fãs da N.W.O.B.H.M.  e o Tokyo Blade é uma unanimidade do movimento no Brasil.


Andy Boulton: Muitíssimo obrigado, é uma honra falar com você e com os fãs brasileiros


Conte-nos um pouco do trabalho de produção de “Thousand Men b”.


Andy Boulton: Bem, eu escrevi a música em cerca de oito semanas e as enviei para o Nic (Nicolaj Ruhnow), que escreveu as letras e a melodia. Em seguida, passei as músicas para o resto da banda, onde trabalhamos os arranjos, fora do estúdio. Com Chris Tsangarides tocamos as músicas ao vivo e, “Bang”, “Bang, “Bang”... o álbum estava finalizado.


O que vocês buscavam neste álbum?


Andy Boulton: Eu tinha algumas idéias e músicas novas, pois não queria continuar tocando as velhas musicas várias vezes. Queria, também, que Nic deixasse sua marca na banda.


Em “Thousand Men b” o Tokyo Blade está com sua formação quase completa, com exceção do vocalista. Houve algum contato com Alan Marsh ou com Vic Wright?


Andy Boulton: Não, definitivamente não, sabíamos que a idéia não iria funcionar, queríamos um cantor realmente forte de metal clássico e, Nic, tinha todas essas qualidades.


Nicolaj Ruhnow era um músico desconhecido ate gravar “Thousand Men b”. Como ele apareceu para o Tokyo Blade? 


Andy Boulton: Bem, ele era de uma banda chamada Domain, muito conhecida na Alemanha.


O estilo vocal de Nicolaj Ruhnow  é diferente de todos os outros vocalistas do Tokyo Blade. Como foi para encaixar seu estilo com o do Tokyo Blade?


Andy Boulton: Nós adoramos o estilo vocal de Nic e sentimos que ele era perfeito para a banda.


“Thousand Men b”  foi produzido por Chris Tsangarides. O Tokyo Blade tem intenção de trabalhar com ele no próximo álbum?


Andy Boulton: Sim, todos gostam de Chris, ele é um cara excelente para se trabalhar, além de ser um produtor de 1ª Classe.


Após lançar três álbuns sensacionais nos anos oitenta (Tokyo Blade, Night of the Blade e Blackhearts & Jaded Spades), o Tokyo Blade mudou seu som nos próximos dois álbuns. O que a banda buscava na época?


Andy Boulton: Eu acho que naquele momento queria escrever algo diferente.


Em 1995 o Tokyo Blade voltou com o excelente “Burning Down Paradise” e com três membros originais. Por que não houve uma sequencia deste trabalho?


Andy Boulton: Não houve uma sequência porque “Burning Down Paradise” foi um álbum de “desligamento”. Sentíamos que havia muita pressão para continuarmos, além da banda sentir falta de seus membros originais.


Em 2009 a banda retornou com “Live in Germany”. Após este álbum a banda se reuniu com 04 membros originais. Como aconteceu esta reunião?


Andy Boulton: Eu não tenho muito a falar sobre isso, apenas que estava muito feliz por voltar a me reunir com meus antigos companheiros de banda


Já existe algum plano para o próximo álbum?


Andy Boulton: Sim, o próximo álbum já está parcialmente escrito


Você lançou um álbum solo, “Bear Bare Hands”, com algumas músicas mantendo o Heavy Metal tradicional e outras mais experimentais. O que você buscava neste trabalho solo?


Andy Boulton: Como disse anteriormente, eu queria escrever músicas diferentes e, fiz este álbum, com fins filantrópicos (parte dos lucros deste álbum será doado para a organização “One Spirit”, a fim de ajudar o povo Sioux, da reserva Pin Ridge)


O próximo álbum já está parcialmente escrito

Voltando aos anos 80, como era a cena musical na Inglaterra durante os “anos de ouro” da N.W.O.B.H.M.?


Andy Boulton: Os anos oitenta foram uma grande época para nós e, é claro, temos ótimas lembranças daqueles dias.


A N.W.O.B.H.M. possui uma imensidão de bandas sensacionais. Porém somente o Iron Maiden, Saxon e o Def Leppard conseguiram o reconhecimento necessário. Por que motivos você julga que existiu essa falta de reconhecimento , a grandes  bandas como o próprio Tokyo Blade, o Elixir, o Tygers of Pan Tang e o Bitches Sin?


Andy Boulton: Eu realmente não sei, acho que faltou dinheiro para o Tokyo Blade, além de não termos a divulgação necessária.


Como disse no início, nós brasileiros, somos grandes fãs da N.W.O.B.H.M.. O Tokyo Blade tem planos de tocar no Brasil?


Andy Boulton: É claro que adoraríamos tocar para os fãs brasileiros e, se alguém quiser nos contratar para tocar aí, entre em contato com nosso gerente que, com certeza, iremos.


Por fim, diga algo para os fãs brasileiros

Andy Boulton: Fãs do Tokyo Blade e Heavy Metal estamos ansiosos para tocar para vocês no próximo ano e, rezamos, para que tenhamos a chance de fazer um show no Brasil. Rock On!

Tokyo Blade


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Thousand Men Strong

2011
Fastball Music
8/10

Formada em Wiltshire, no ano de 1983, no auge da N.W.O.B.H.M., esta grande banda Britânica teve como primeiro nome Killers. Após mudarem algumas vezes de nome e formação, estabilizaram-se como Tokyo Blade e com Alan Marsh nos vocais, Andy Boulton e John Wiggins nas guitarras, o baixista Andy Wrighton e o baterista Steve Pierce.

Após lançarem dois álbuns excepcionais, Tokyo Blade de 1983 e Nigth of the Blade de 1984, a banda deu uma amaciada no som, vindo a lançar uma seqüência de discos fracos, dando uma pausa, após No Remorse de 1989.

Retornaram com a formação quase original em 1995, com o muito bom Burning Down Paradise que, embora seja digno de nota, não trouxe a repercussão necessária. A banda entrou em novo hiato.
Eis que em 2008, o incansável Andy Boulton reativa a banda e é lançado um álbum ao vivo: Live in Germany. A repercussão é boa é um novo álbum de estúdio é divulgado.

É anunciada, ainda, a volta de quatro membros originais: Andy Boulton, John Wiggins, Andy Wrighton e Steve Pierce, além do desconhecido vocalista alemão Nicolaj Ruhnow. Com a poderosa produção de Chris Tsangarides (o mesmo de Painkiller do Judas Priest, que lhe valeu um Grammy) é lançado em 21 de Março de 2011, o tão aguardado Thousand Men Strong.

Confesso que nunca esperei tanto um lançamento quanto este. Nada poderia dar errado, a não ser o novo vocalista. E não é que o Mrs. Nicolaj Ruhnow é o ponto fraco do disco. Tudo está lá: as guitarras sensacionais de Andy Boulton e John Wiggins, a melodia e o peso característicos da banda, a cozinha firme e competente de Andy Wrighton e Steve Pierce, além da excelente produção de Chris Tsangarides.

Tudo no lugar, com exceção dos vocais, os quais parecem que não se encaixam ao som da banda. Nicolaj Ruhnow tem uma linha vocal muito parecida com Rob Halford. Somado a algumas semelhanças na produção, temos a sensação de, algumas vezes estar ouvindo Painkiller. A faixa inicial Black Abyss comprova tudo isso. Para quem esperava algo como Tokyo Blade, Nigth of The Blade ou até Burning Down Paradise é uma ducha de água fria.

Porém Thousand Men Strong nos garante bons e inspirados momentos. A faixa título com seu riff totalmente N.W.O.B.H.M., a melódica Forget in Hell’s Fire, No Conclusion e seu refrão que gruda na cabeça e Heading Down the Fire, onde Andy Boulton e John Wiggins mostram que estão em plena forma.

Fecha o álbum, uma regravação de Nigth of the Blade, a qual acredito que endossa minhas palavras: é bom mas podia ser muito melhor.

Se você não se importar de ouvir o Tokyo Blade, com um vocal parecidíssimo com Rob Halford, vai achar excelente. Agora se você espera o clássico Tokyo Blade do início da década de 80, pode se decepcionar. Contudo é um bom lançamento. Aguardemos o próximo, se possível, com novo vocalista.

Faixas

01. Black Abyss
02. Thousand Men Strong
03. Lunch-Case
04. Forged In Hell's Fire
05. No Conclusion
06. The Ambush
07. Killing Rays
08. Heading Down The Road
09. Condemned To Fire
10. Night Of The Blade



Em Foco
Discografia Comentada
Shows
Long Live NWOBHM
Entrevistas


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