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Metal Zone | Entrevistas | Paradise Lost | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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 Entrevistas

Metal Zone Home Entrevistas → Paradise Lost
Paradise Lost

Paradise Lost

Gênero: Doom Metal
País: Inglaterra

Formação mais Recente:
Nick Holmes - Vocal
Gregory Mackintosh - Guitarra
Aaron Aedy - Guitarra
Stephen Edmondson - Baixo
Peter Damin - Bateria


http://www.paradiselost.co.uk

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Paradise Lost

Paradise Lost:

Por: Homero Pivotto Jr. (press@abstratti.com.br)
03/09/2015

Beirando três décadas de existência, o Paradise Lost não restringiu sua jornada ao doom metal – gênero que, segundo muitos, ajudou a estabelecer com seus primeiros registros. O que fez foi perambular por distintos subgêneros do metal e de outros ritmos menos extremos (tal qual gothic, post-punk e até música eletrônica) para forjar uma sonoridade característica. Como todos aqueles que arriscam andar por trilhas menos óbvias, angariou seguidores e perdeu outros tantos pelo caminho. Mas, sempre manteve-se fiel às raízes e coerente com a identidade musical que desenvolveu.

Recentemente, o PL voltou algumas casas dentro da própria discografia para buscar autorreferências de fases distintas da respeitosa carreira. O resultado desse passeio foi The Plague Within, disco lançado este ano e que retoma a pegada mais sinistra de álbuns como Gothic (1991) e Shades Of God (1992) sem parecer desnecessariamente nostálgico e sem deixar de lado elementos menos trevosos que ajudaram a moldar sua reputação. É para divulgar esse forte e contagiante registro que a banda volta ao Brasil este mês. Pela primeira vez, em 7 de setembro (feriado), Porto Alegre recebe os ingleses para um show no Opinião (José do Patrocínio, 834), às 20h.

Na tentativa de compreender toda essa diversidade sonora e a concepção do trampo mais recente, entre outros temas que permeiam a trajetória do grupo, fizemos uma entrevista, por e-mail, com Aaron Aedy, um dos guitarristas originais do grupo.

Uma das primeiras vindas – se não a primeira – do Paradise Lost ao Brasil foi para o Monsters of Rock, em 1995. Na ocasião, tocaram ao lado de nomes como Alice Cooper, Ozzy Osbourne, Megadeth e Faith No More. Antes de desembarcar em nosso país, tinha noção de quão representativa era a banda por aqui?

Aaron Aedy– Costumávamos receber cartas – era um tempo pré-internet, garotada ;) – de pessoas da América do Sul, principalmente do Brasil, após o lançamento do Gothic. Porém, não tínhamos a real dimensão de quão divertidos e maravilhosos eram o público e as pessoas por aí. Foi uma viagem memorável! E é sempre um prazer retornar.

Naquela época, o Paradise Lost havia recém-lançado Draconian Times, disco de grande repercussão. Acredita que o reconhecimento desse trabalho ajudou vocês a conquistarem mais fãs mundo afora do que os anteriores? Pode-se dizer que o álbum foi uma marco na trajetória da banda?

Aaron – Foi realmente um disco grandioso pra gente, construído perfeitamente em cima dos resultados de Icon (1993). Com esses dois álbuns, creio que fizemos turnês exitosas por mais de quatro anos. Foi muito legal e inesperado, além de um jeito maravilhoso de viajar pelo mundo e conhecer ótimas pessoas pelo caminho.

Draconian Times é uma espécie de resumo perfeito do som que o Paradise Lost vinha fazendo até então. Há mais elementos melódicos, mas o lado sombrio e pesado continua lá, criando alguns dos sons mais marcantes da banda. Foi proposital meio que deixar as faixas mais acessíveis ou apenas uma processo natural?

Aaron – Assim como fazemos hoje em dia, é algo completamente natural. Nunca fomos uma banda que planeja o futuro, cada álbum apenas acontece como deve naquele determinado momento. Nossos valores sempre foram os mesmos desde o início da banda, e tem a ver com fazer músicas que gostaríamos de ouvir e ninguém mais está fazendo do mesmo jeito que queremos. Fomos sortudos de outras pessoas também curtirem isso. Humildemente, durante nossos 27 anos, continuamos assim. Para ser honesto, como banda, aproveitamos isso mais do que nunca.

Após o quinto disco, o PL deu início a uma viagem musical que explora bastante referências eletrônicas – mas, ainda preservando o lado obscuro e pesado. O que rolou? Vocês cansaram da levada mais doom/gothic ou apenas não queriam ficar restritos artisticamente?

Aaron – Acho que, depois dos cerca de quarto anos fazendo turnês do Icon e do Draconian Times, ouvimos o suficiente de sons produzidos apenas por duas guitarras. Para nossa própria inspiração, era preciso ir além. Penso que se tivéssemos tomado uma decisão corporativa, do tipo “Bem, o Drac. Times funcionou legal, vamos fazer outro do mesmo jeito”, teríamos nos separado anos trás. Fazer música deve ser algo prazeroso e libertador, não um fardo. Pensar desse jeito nos manteve unidos e amigos para, consequentemente, nos divertir fazendo o que fazemos.

Recentemente li um material da revista Rolling Stone chamado ‘Are Depeche Mode Metal’s Biggest Secret Influence?’ (‘Seria o Depeche Mode a maior influência secreta do metal?’, em tradução livre). No decorrer do texto, são citadas bandas como Marilyn Manson, Deftones, Rammstein e Converge. Na minha opinião, o Paradise Lost também deveria constar na matéria, considerando, principalmente, a fase que vai do One Second (1997) ao Symbol of Life (2002). Seria mesmo o Depeche Mode uma grande influência do PL?

Aaron – Eu, Nick (Holmes, voz) e Greg (Mackintosh, guitarra) amamos DM, assim como muitos outros admirados de metal e de rock que conhecemos. Pessoalmente, comprei o single People Are People por volta de 1984/85, quando era um intrépido metaleiro. A música do Depeche tem tons obscuros que reverberam entre muitos rockers. Então, saquei muito bem o que essa matéria da Rolling Stone quis passar assim que a li. Talvez, pessoas fora do metal não tenham entendido.

E pelo lado mais extremo da música, quais são algumas de suas inspirações?

Aaron – Não tenho certeza se há alguma influência direta de muito tempo, pois temos nosso próprio jeito de evoluir. Ainda gostamos das mesmas bandas que amávamos quando começamos, em 1988. Porém, para além de qualquer influência, o Paradise Lost é muito ele mesmo, de uma maneira bem orgânica.

Falemos sobre o ótimo e recém-saído do forno The Plague Within. O disco meio que surpreendeu os fãs com uma sonoridade sombria, melancólica e pesada ao mesmo tempo. Algum motivo para escolher esse caminho mais nebuloso e cru, que lembra algo do Gothic e do Shades of God.

Aaron – Acho que, ao passo que você vai envelhecendo, chega a um ponto no qual algumas músicas novas mais parecem versões repaginadas de velhas canções. Influências e tendências podem ser cíclicas, então, você pensa que as novidades não são tão excitantes quanto eram na sua juventude. Aí, você regressa. Creio que, nos últimos cinco anos, comprei mais edições remasterizadas de álbuns que eu adorava quando adolescente do que lançamentos. Embora existam algumas boa bandas para curtir também.

O The Plague Within é um disco impiedoso, com músicas fortes, como ‘Beneath Broken Earth’, ‘Punishment Through Time’, ‘No Hope In Sight’ e ‘Terminal’. Contudo, no final, há uma faixa chamada ‘Return to the Sun’. Consideram o álbum pessimista ou apenas um passeio pelo vale das trevas até encontrar a luz da esperança?

Aaron – Quando éramos adolescentes, discos tinham lado A e lado B. Havia muito cuidado com a sequência das faixas, que levavam o ouvinte por altos e baixos, como uma montanha russa. Nós continuamos sentindo, mesmo nesta época em que as pessoas só compram músicas estranhas, que um álbum tem vida própria. Isso é algo que sempre discutimos. Um disco deve conduzir o ouvinte por uma jornada de resistência à tempestade que finaliza com nuvens prateadas que te fazem querer passar por tudo novamente.

Paradise Lost


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Symbol of Life

2002
Hellion Records
8,5/10

Os tempos áureos do Paradise Lost ficaram para trás. Isso até mesmo quem não é fã sabe, porém a banda não lançou álbuns de todo ruim, só que os mais afoitos queriam a todo custo algo semelhante a Draconian Times ou Icon.

Contudo lançaram bons álbuns, e Symbol of Life é o mais pesado até o momento. Impossível não se contagiar com as melodias de “Erased”, “Pray nightfall primal”, “Symbol of Life” e “Xavier”. E o Paradise Lost está bem melhor que muitas bandas clichês por ai, e com esse álbum provam isso.

Faixas

01. Isolate
02. Erased
03. Two Worlds
04. Pray Nightfall
05. Primal
06. Mystify
07. Perfect Mask
08. No Celebration
09. Self Obsessed
10. Symbol Of Life
11. Channel For The Pain

Tragic Idol

2012
Nuclear Blast
9/10

Os britânicos do Paradise Lost estão há pelo menos três anos em evidencia. Além de saciarem os fãs com material de encher os olhos e esvaziar os bolsos. O ultimo trabalho de estúdio da banda “Faith Divide Us – Death Unite Us”, lançado em 2009 manteve o grupo em um ótimo patamar de qualidade.

Em 2011 o grupo lançou um excelente Box com CD e DVD em comemoração aos 16 anos do clássico Draconian Times. A banda lançou também uma versão remasterizada de Draconian Times com bônus e um estojo luxuoso.

E agora em 2012 o grupo retorna com material inédito e altamente recomendável. Em seu 13º álbum de estúdio o Paradise Lost se mantém como ícones incontestáveis do doom/gothic metal mundial.

As letras do CD estão poeticamente tão sombrias e mórbidas como jamais estiveram nos trabalhos mais recentes do grupo. Os temas das letras figuram muito entre metáforas com a escuridão da alma, o aprisionamento da alma, a alma em conflito com crenças, e por esse contexto caminha o conteúdo lírico de Tragic Idol. O título do álbum caiu como uma luva para todo o conceito lírico em geral desse trabalho.

Musicalmente a banda intercala momentos de peso com outros mais melancólicos e arrastados. Solos cortantes que parecem dialogar com o ouvinte estão presentes em quase todas as canções.
Em um contexto geral o disco está carregado e denso musicalmente, algo como a atmosfera do Icon (1993), porém mais modernizada. As músicas se desenvolvem em melodias melancólicas. A faixa de abertura “Solitary One” define bem o que foi dito anteriormente. Um piano sutilmente é escutado em meio a notas frias e tristes.

Entre minhas faixas favoritas desse trabalho fico com: a segunda faixa “Crucify”, a melódica e pesada “Fear of Impending Hell”, “To The Darkness” e um solo hipnótico, além da faixa título e “The Glorious End” só para citar algumas, senão ficaria aqui destrinchando cada faixa.

Faixas

01. Solitary One
02. Crucify
03. Fear of Impending Hell
04. Honesty in Death
05. Theories from Another World
06. In This We Dwell
07. To The Darkness
08. Tragic Idol
09. Worth Fighting For
10. The Glorious End
11. Ending Through Changes
12. Never Take Me Alive
13. The Last Fallen Saviour



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Discografia Comentada
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Entrevistas


ULA
Metal Zone - Revista Digital especializada em Rock, Heavy Metal e suas vertentes, Tecnologia, Quadrinhos, HQ, Literatura, entre outros assuntos.
Jornalista Respons?vel: Filipe Souza - MTB: 32471/RJ
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