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Metal Zone | Discografia Comentada | Viper | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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 Discografia Comentada

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Viper

Viper

Gênero: Metal Melódico
País: Brasil

Formação mais Recente:
Andre Matos (vocal)
Pit Passarell (baixo e vocais)
Felipe Machado (guitarra)
Hugo Mariutti (guitarra)
Guilherme Martin (bateria)


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Viper

A evolução da víbora e a conquista do oriente (Parte 2)

Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
10/12/2012

Enquanto André Matos se mudava para a Europa e continuaria seus estudos sobre música erudita, a situação para os remanescentes do Viper aqui no Brasil era bem diferente. O Viper começava a compor seu terceiro disco de estúdio, o mais vendido de sua carreira. Quem assumiu o posto deixado por André foi o baixista Pit Passarell.

A evolução da víbora e a conquista do oriente
Em 1992, três anos depois do lançamento bem sucedido “Theater of Fate”, o Viper retorna ao cenário com “Evolution”. E a banda também tinha uma nova formação, além do Pit Passarell como baixista e vocalista, a banda recrutou Renato Graccia para o lugar do baterista Guilherme Martin. Renato já estava excursionando com a banda desde 1989.

Evolution

Ano: 1992
Gravadora: Eldorado
Nota: 9/10
Faixas:
01. Coming From the Inside
02. Evolution
03. Rebel Maniac
04. Dead Light
05. The Shelter
06. Still the Same
07. Wasted
08. Pictures of Hate
09. Dance of Madness
10. The Spreading Soul
11. We Will Rock You

Formação:
Yves Passarell (guitarra)
Felipe Machado (guitarra)
Pit Passarell (baixo)
Renato Graccia (bateria)



E sem dúvida essa formação deixou o Viper com uma sonoridade mais Thrash Metal e distanciou a banda do Metal Melódico. Prova disso são as primeiras músicas do disco: “Coming From the Inside”, que contou com o backing vocal dos integrantes do Heavens Gate, a faixa título “Evolution” e o segundo hit que a banda emplacou “Rebel Maniac”, com direito a clipe rolando direto na recém criada MTV. Isso sem contar ainda “The Shelter” rápida e pesada ótima para agitar os shows. Outra faixa que ficou bem conhecida entre os fãs de metal da época e muito elogiada pela crítica foi o cover de “We Will Rock You” do Queen.

O disco ainda tinha “Still the Same” com um ótimo trabalho de bateria do Renato Graccia, e os solos muito bem executados. A “semi” balada “Wasted” estava longe de ser tão popular quanto “Living for the Night”, mas tem seus pontos altos e é uma excelente canção.

O álbum foi gravado e produzido na Alemanha e a produção ficou a cargo do renomado produtor Charlie Bauerfeind, que já produziu Angra, Blind Guardian, Hammerfall e Helloween.

A voz de Pit Passarell se encaixou muito bem na nova proposta da banda e não deixou nada a desejar nesse novo rumo que o grupo tomou. Como um frontman de primeira, Pit sempre foi muito seguro de si nos shows e tinha a plateia em suas mãos.

O Viper junto com o Sepultura eram os queridinhos do Brasil, ambas as bandas excursionavam pela Europa e figuravam capas de revistas especializadas no Brasil e no exterior. O Viper foi figurinha carimbada em diversos programas de TV entre eles: Jô Soares, Hebe, Programa Livre entre outros.

Com a popularidade em alta a banda excursionou por quase todo o Brasil, em vários países da América do Sul e logo partiu para a Europa em uma sequencia de shows que passaram pela Alemanha, Inglaterra e boa parte da Europa Oriental. Mas foi no Japão que a banda ganhou status de “astros do rock”. O álbum Evolution chegou a desbancar artistas do naipe de Madonna, Metallica e Iron Maiden.

O ano de 1993 foi bem agitado para o Viper. O grupo retornou ao Brasil para mais uma bateria de shows, entre eles a memorável apresentação junto com o Metallica no Parque Antártica em São Paulo. E o lançamento do EP “Vipera Sapiens”, somente no mercado exterior, com sobras de estúdio do álbum “Evolution” (1992).


(EP) Vipera Sapiens

Ano: 1993
Gravadora: Rock Brigade
Nota: 8/10
Faixas:

01. Acid Heart
02. Silent Enemy
03 Crime
04. Wasted Again
05. Killing World
06. The Spreading Soul (acoustic version)

Formação:
Yves Passarell (guitarra)
Felipe Machado (guitarra)
Pit Passarell (baixo)
Renato Graccia (bateria)


Contendo seis faixas, o disco é raríssimo e possui excelentes músicas, das quais “Acid Heart” tem uma levada bem característica do álbum “Evolution”, cheia de solos, uma música rápida e pesada. Em seguida “Silent Enemy” que soa como “Rebel Maniac” na parte instrumental. Já a faixa “Crime” não deveria ter ficado fora de Evolution, ótima pegada, instrumental de primeira a melhor do EP e sem dúvida poderia facilmente ser uma das melhores do Evolution. A quarta faixa “Wasted Again” como o próprio nome diz, seria uma continuação de “Wasted” presente em Evolution. E segue a mesma linha, começa como uma balada e depois ganha peso e velocidade. Já “Killing World”, a sexta faixa do play tem cara mesmo de sobra de estúdio. Para fechar o disco uma versão acústica de “The Spreading Soul”, faixa que fechou Evolution.

Live - Maniacs In Japan

Ano: 1994
Gravadora: Eldorado
Nota: 8/10
Faixas:

01. Intro (Brazil)/Coming From the Inside
02. To Live Again
03. The Shelter
04. A Cry From the Edge
05. Dead Light
06. Knights Of Destruction
07. We Will Rock You
08. Acid Heart
09. Still the Same/Drum solo
10. Evolution
11. Nao Quero Dinheiro
12. Living For the Night
13. Rebel Maniac
14. I Wanna Be Sedated

Formação:
Yves Passarell (guitarra)
Felipe Machado (guitarra)
Pit Passarell (baixo)
Renato Graccia (bateria)


Com tantos pontos positivos para o Viper nos dois últimos anos, o grupo chegou em 1994 com o lançamento de um disco ao vivo no Japão. E foi com “Maniacs in Japan” que o Viper manteve seu nome em evidencia. O disco conta com 14 músicas, que foram muito bem pinceladas dos três álbuns do grupo. E a banda ainda teve espaço para três covers: o primeiro “We Will Rock You” do Queen, depois para a música “Não quero dinheiro” do Tim Maia e “I Wanna Be Sedated” do Ramones.

O álbum abre com uma intro que inclui um pequeno trecho do hino nacional brasileiro para em seguida a banda destruir tudo com “Coming From the Inside”. Sem perder tempo emendam com “To Live Again” que ficou mais rápida e se encaixou bem na voz ao vivo de Pit Passarell. Intercalando músicas do Evolution (1992) com canções dos dois primeiros álbuns a banda impôs um bom ritmo ao disco. As músicas da “era” André Matos ficaram muito boas na voz de Pit Passarel. Dessa fase a banda tocou: “A Cry from the Edge”, “Knights of Destruction” e “Living for the Night”. Nem o EP Viperia Sapiens (1993) ficou de fora, tocaram “Acid Heart”.

Em 1994 o grupo ainda participou da versão nacional do festival Monsters of Rock. O Viper tocou no dia 27 de agosto de 1994 depois do Dr. Sin, Angra e Raimundos. Depois do Viper tocaram: Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e fechando a noite o Kiss.

A banda tocou um set-list pequeno contendo: Evolution, The Shelter, Dead Light, We Will Rock You, Living for the Night e fechando com Rebel Maniac.

A fúria da víbora

O Viper até que atravessou os primeiros anos da década de 90 muito bem, apesar da explosão do grunge ter enterrado muitas bandas pequenas e médias que não se encaixavam na mesma proposta comercial do Nirvana e Pearl Jam, o grupo conseguiu seu espaço.

Talvez influenciados um pouco por essa onda grunge/hardcore e também pela explosão pseudo punk que assolava o país na época devido a popularidade crescente de grupos como: Bad Religion, Offspring, Green Day e Rancid, o Viper mais uma vez redirecionou o perfil musical do grupo.

Coma Rage
Ano: 1995
Gravadora: Eldorado
Nota: 8.5/10
Faixas:

01. Coma Rage
02. Straight Ahead
03. Somebody Told Me You're Dead
04. Makin' Love
05. Blast!
06. God Machine
07. Far And Near
08. The Last Song
09. If I Die by Hate
10. Day Before
11. 405 South
12. A Face in the Crowd
13. I Fought the Law
14. Keep the Weros

Formação:
Yves Passarell (guitarra)
Felipe Machado (guitarra)
Pit Passarell (baixo)
Renato Graccia (bateria)

Em 1994 lançam “Coma Rage”, que foi gravado nos EUA e teve a participação de Ernie-C (Body Count) na faixa "Somebody Told Me You’re Dead". Muito elogiado pela imprensa nacional o disco dividiu os fãs da banda, porém está longe de ser considerado um trabalho fraco. Particularmente eu gosto muito e entre as minhas favoritas estão: “Far and Near”, “If I Die By Hate”, “Coma Rage”, que ganhou clipe, “A Face in the Crowd”, que mescla o peso do hardcore com uma linha mais melódica em alguns momentos. Também gosto muito de “Day Before” e o cover “I Fought the Law”.

O cover “I Fought the Law” é uma música escrita por Sonny Curtis e gravada em 1959 por sua banda, The Crickets. É uma das músicas mais regravadas do autor na história. Talvez o público conheça as versões mais populares desse cover como a do The Clash, Dead Kennedys e Green Day.

Com músicas curtas a banda não perde tempo e desce a lenha em cada uma das 13 faixas de Coma Rage. Na parte lírica o Viper desfila comentários ácidos sobre os mais diversos assuntos, dos quais vale citar a canção “Makin Love”, sobre AIDS, que conta com um depoimento de uma prostituta. Enquanto a faixa “God Machine” trata do fato de que robôs realizam cerimônias religiosas no Japão.

Teve pra todo mundo, mas ninguém queria

Podemos dizer que o Viper estava trilhando por um bom caminho com Coma Rage. Mesmo distante da cena “metal” mais tradicional, Coma Rage tinha o peso e a agressividade da qual a banda nunca deixou de lado, bem até o momento...


Tem Pra Todo Mundo

Ano: 1996
Gravadora: Castle
Nota: 5/10
Faixas:

01. Dinheiro
02. Crime Na Cidade
03. 8 De Abril
04. Sabado
05. Not Ready To Get Up
06. Quinze Anos
07. Na Cara Do Gol
08. The One You Need
09. Lucinha Bordon
10. Alvo
11. Um Dia
12. Mais Do Mesmo

Formação:
Yves Passarell (guitarra)
Felipe Machado (guitarra)
Pit Passarell (baixo/vocal)
Renato Graccia (bateria)




Em 1996 o Viper retorna com o cd “Tem pra todo Mundo”, que seguia uma linha pop rock no estilo de grupos como Skank, Charlie Brown Jr e Jota Quest, bandas que estouravam nas FMs do Brasil na época.

Mesmo com o disco todo cantado em português, não podemos dizer que é um trabalho ruim, apenas foge, a jato, diga-se de passagem, de tudo o que a banda já havia gravado. As letras são interessantes e as músicas são bem festeiras. Gosto muito da voz do Pit Passarell, que ficou bem legal com as músicas em português. E o Viper abusou da paciência com “Na Cara do Gol” com um pseudo samba rock com a participação do sambista Ivo Meirelles e o Funk’ n Lata.

O curioso desse lançamento é que veio em um ano onde algumas das bandas favoritas dos fãs de heavy metal em geral deram seus maiores deslizes fonográficos. Vamos relembrar que em 1996 o Metallica divulgou fotos com o novo visual da banda: cabelos cortados, maquiagem e piercings. Além do que lançaram também Load, que é considerado uma mancha negra na carreira do grupo pelos fãs xiitas. No mesmo ano Bruce Dickinson cortou o cabelo, adotou um visual mais despojado e lançava seu segundo álbum de estúdio, o fraco Skunkworks, que tinha uma sonoridade meio grunge.

Podemos dizer que tinha muita gente na época quase enfartando com os inúmeros reposicionamentos de mercado de algumas bandas. Vale ressaltar que tanto o cd “Tem pra todo Mundo” do Viper quanto” Skunkworks” do Bruce Dickinson foram lançados pela gravadora Castle, que acabava de chegar ao Brasil com um catálogo até que interessante. Mas a gravadora faliu, bem... Precisa dizer mais alguma coisa?

Viper




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