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Metal Zone | Discografia Comentada | Rainbow | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
Selo Generale traz, pela ótica de Ron Wood, os bastidores de uma das bandas mais importantes do mundo.

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 Discografia Comentada

Metal Zone Home Discografia Comentada → Rainbow
Rainbow

Rainbow

Gênero: Heavy Metal
País: Inglaterra

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Rainbow

Discografia Comentada Rainbow (parte 1)

Por: Luiz Ribeiro (luizribeiro@metalzone.com.br)
05/08/2011

Em 1974, Ritchie Blackmore ficou enfurecido com o novo direcionamento musical do Deep Purple. Promovidos, principalemente, por Glenn Hughes e David Coverdale, elementos funk e soul foram introduzidos no som do Deep Purple.

Após a saída de Ian Gillan, David Coverdale e Glenn Hughes dividiam as atenções da banda com Ritchie Blackmore. O grande sucesso de Burn amenizou as richas e o Deep Purple partiu para o próximo disco. Se Blackmopre ficou enfurecido com os elementos funk de Burn, deve ter chegado perto de uma úlcera em Stormgringer. A a influência de Hughes nas composições era visível.

Durante a turnê de Stormbringr pelos EUA, o Deep Purple teve como banda de abertura o ELF. Ritchie ficou impressionado com o cantor do ELF, um tal Ronnie James Dio. Durante a turnê Blackmore e Dio conseguiram compor um album inteiro. A banda ELF serviu de suporte para as seções e, músicas como Catch the Rainbow e Man on the Silver Mountains, surgiram daí. Entusiasmado com a os resultados, Blackmore decidiu deixar o Deep Purple e formar sua própria banda, em torno ELF, menos, é claro, o guitarrista da banda.

O nome da banda foi inspirado no Rainbow Bar and Grill, em Hollywood, que atendia os astros, fãs e entusiastas do rock. Em 1975, após sair do Deep Purple, Ritchie Blackmore lança Ritchie Blackmore's Rainbow, iniciando uma nova etapa de sua carreira. Esta nova etapa teria o nome, mais tarde, de RAINBOW.



Ritchie Blackmore’s Rainbow: Blackmore’s Rainbow

Ano: 1975
Gravadora: Polydor
Nota: 9/10
Faixas:

01. Man on the Silver Mountain
02. Self Portrait
03. Black Sheep of the Family (Quatermass cover)
04. Catch the Rainbow
05. Snake Charmer
06. The Temple of the King
07. If You Don't Like Rock 'n' Roll
08. Sixteenth Century Greensleeves
09. Still I'm Sad (The Yardbirds cover)

Formação:

Ronnie James Dio (vocal)
Ritchie Blackmore (guitarra)
Craig Gruber (baixo)
Mickey Lee Soule (teclados)
Gary Driscoll (bateria)

Gravado durante os intervalos da turnê do Stormbringer do Deep Purple, e com uma banda “adaptada” do ELF, o álbum Ritchie Blackmore’s Rainbow: Blackmore’s Rainbow supera as expectativas. Seja pelo trabalho de guitarra do Mr. Blackmore, ou pelo vocal do sensacional tenor Ronald James Padavona, conhecido para nós mortais, pela alcunha de Ronnie James Dio. Este álbum entra tranquilamente, para a galeria dos fora de série do Heavy Metal.

Este grande documentário do Hard Rock setentista tem início com Man On The Silver Montain. Grande música, tocado até os últimos shows da banda solo de DIO. Riff e vocal se misturam neste clássico do Rock. Os Riffs de Blackmore e a maestria vocal de Dio mantêm-se nas próximas músicas: Self Portarit E Black Sheep Of The Family. Catch The Rainbow mostra-nos que não só de Riffs e tenores são feitos o Rainbow: esta música não só vale o cd, como deixa claro como sua antiga banda, o ELF, era pequena para pequeno/grande Ronnie James Dio.

O “Side B” inicia com mais três grandes músicas compostas pela Dupla Blackmore/Dio. Hardões viscerais materializados por Snake Charmer, a melódica The Temple Of The King e pela dançante If You Don't Like Rock 'N' Roll. Contudo o Grand Finale estava, ainda, por vir. Sixteenth Century Greensleeves: adjetivos são poucos para essa música. O Riff na cabeça, o vocal matador... A melhor deste álbum. Por fim, o sensacional cover dos Yardbirds, a instrumental Still I'm Sad, fecha o disco com chave de ouro.
Grandes álbuns ainda estavam por vir...

Rising

Ano: 1976
Gravadora: Polydor
Nota: 10/10

Faixas:

01. Tarot Woman
02. Run with the Wolf
03. Starstruck
04. Do You Close Your Eyes
05. Stargazer
06. A Light in the Black

Formação:

Ronnie James Dio (vocal)
Ritchie Blackmore (guitarra)
Jimmy Bain (baixo)
Tony Carey (teclado)
Cozy Powell (bateria)

A continuação de Blackmore's Rainbow de 1975, consistiu de Ritchie Blackmore e o mais valioso dos ELFos: Ronnie James Dio. Dio foi o único a manter-se no Rainbow, da antiga banda ELF, que apoiou Blackmore em seu primeiro debut, por motivos óbvios.

Diante do sucesso do álbum anterior, o próximo disco, Rising, uma banda mais forte foi montada, em torno de Dio e do Mr. Blackmore. Acrescentam a estes “Gods Of Metal” o inesquecível baterista Cozy Powell.

Soma-se, a este time, ninguém menos que o produtor Martin Birch. O grande produtor e engenheiro musical do Heavy Metal unia-se, agora, ao Rainbow. Embora a qualidade das músicas dos dois primeiros álbuns do Rainbow seja parecida, a produção de Martin Birch fez a diferença. Birch potenciaizou seis músicas matadoras: Tarot Woman, Run With The Wolf, Starstruck, Do You Close Your Eyes, Stargazer e Alight In The Black

Este disco protagoniza o ápice de uma banda, que tinha, pelos menos, 03 foras de série: Dio, Blackmore e Cozy Powell.

Apenas seis músicas, somadas a uma qualidade musical incrível, levaram o Rainbow a outro patamar: com apenas dois discos lançados em menos de um ano, foi possível lançar um álbum ao vivo: On Stage, em 1977.



On Stage

Ano: 1977
Gravadora: Polydor
Nota: 9,5/10

Faixas:

01. Intro: Over the Rainbow/Kill the King
02. Man on the Silver Mountain/Blues/Starstruck
03. Catch the Rainbow
04. Mistreated
05. Sixteenth Century Greensleeves
06. Still I'm Sad

Formação:

Ronnie James Dio (vocal)
Ritchie Blackmore (guitarra)
Jimmy Bain (baixo)
Tony Carey (teclado)
Cozy Powell (bateria)

Por que um álbum ao vivo, da década de 70, é tão bom. Eu geralmente não gosto de álbuns ao vivo. Por quê? Como a produção é geralmente pior do que nos álbuns de estúdio, a banda toca a mesma música, da mesma forma, mas pior.

Há exceções, é claro. Estamos diante de uma dessas exceções. Este é um dos melhores álbuns ao vivo já registrados. On Stage foi produzido por Martin Birch, que também produziu “Live Álbuns” como Live After Death do Iron Maiden. Ou seja: melhor ou igual, mas nunca pior que as músicas de estúdio.

Então, o que tem este registro? Ou não tem? Não tem os tão malfadados overdubs, verdadeiras desgraças da música em geral, onde bandas medíocres escondem-se, literalmente. (desculpe o palavreado, mas é a verdade). O que têm: músicas matadoras de estúdio, que mantêm a qualidade ao vivo, por vezes até superam as originais.

O versão original de ON STAGE possui seis músicas: Intro: Over The Rainbow/Kill The King, Man On The Silver Mountain/Blues/Starstruck, Catch The Rainbow, Mistreated, Sixteenth Century Greensleeves e Still I'm Sad . A versão remasterizada tem Stargazer, como bônus, e todas as demais músicas separas.

Destaques para Catch The Rainbow com 15 minutos e solos. Outro destaque fica por conta de Mistreated, música do Deep Purple, imortalizadada por David Coverdale, mas onde DIO mostra que não deve nada ao antigo vocalista do Purple. A extensão vocal de Dio nessa música é espantosa.

Destaque, ainda, para a produção de Martin Birch. O que ele consegue na década de 70 é impressionante. A qualidade de sua produção é fantástica. Realmente uma pena sua aposentadoria


Long Live Rock N’ Roll

Ano: 1978
Gravadora: Polydor
Nota: 10/10
Faixas:

01. Long Live Rock & Roll
02. Lady of the Lake
03. L.A. Connection
04. Gates of Babylon
05. Kill the King
06. The Shed (Subtle)
07. Sensitive to Light
08. Rainbow Eyes

Formação:

Ronnie James Dio (vocal)
Ritchie Blackmore (guitarra)
Bob Daisley (baixo)
David Stone (teclado)
Cozy Powell (bateria)

É de conhecimento de todos que Ritchie Blackmore não é uma pessoa fácil de trabalhar: talentoso, mas egocêntrico, por muito tempo, seus companheiros de Deep Purple, preferiram trabalhar no Whitesnake e na banda solo de Ian Gillan, a trabalhar no Rainbow.

Contudo, ano pós ano, Blackmore conseguia tornar sua banda mais forte, ao recrutar o baixista Bob Daysley, mantendo, ainda Dio, Cozy Powel e o excepcional produtor Martin Birch. Ou seja, uma verdadeira “SUPERBANDA”. Atualmente com um vocalista e um guitarrista acima da média é possível montar uma superdanda. Neste Rainbow de 1978, além desses citados, o plantel possuía além vocalista e guitarrista, baterista, baixista e produtor. Todos fora de série.

O álbum propriamente dito, começa com a empolgante faixa-titulo, Embora clichê, o resultado final é excelente. O álbum como um todo tem um padrão de qualidade altíssimo, conseguindo obter destaque a faixa título, a sonzeira Gates Of Baylon seguida por Kill The Kingh. Fechando esta obra temos Rainbows Eyes, onde Dio faz sua despedida fonográfica do Rainbow.

Uma banda com tantos ícones, tantos egos, tantas vaidades não haveria de durar e, Ronnie James Dio, seria a primeira baixa desta superbanda. Bob Daysley seria o próximo, juntando-se a Ozzy Osbourne no aclamado álbum Blizzard Of Ozz. Porém Ritchie Blackmore não se daria por vencido e manteria o Rainbow, em evidência e em grande estilo, por mais cinco anos, até retornar novamente ao Deep Purple.


Down To Earth

Ano: 1979
Gravadora: Polydor
Nota: 8/10

Faixas:

01. All Night Long
02. Eyes of the World
03. No Time to Lose
04. Makin' Love
05. Since You Been Gone
06. Love's No Friend
07. Danger Zone
08. Lost in Hollywood

Formação:

Graham Bonnet (vocal)
Ritchie Blackmore (guitara)
Roger Glover (baixo)
Don Airey (teclado)
Cozy Powell (bacteria)


A banda, pela primeira vez, desde sua formação, sofre grandes perdas. Além dos já citados Ronnie James Dio e Bob Daysley, perde ainda, o produtor Martin Birch. Grandes perdas que seriam sentidas neste álbum.

Para o lugar de Bob Daysley, Blackmore trouxe seu antigo companheiro do Deep Puple Roger Glover, o qual viria substituir, ainda, Martin Birch no papel de produtor. Graham Bonnet foi selecionado para a ingrata tarefa de substituir Dio. Além da dificuldade natural proporcionada pela genialidade de Ronnie James Dio, Bonnet sofria por ter uma linha vocal diferente, o que impossibilitava um bom desempenho nos shows.

Apesar das baixas supracitadas, Blackmore conseguiu substituir o antigo tecladista David Stone pelo gênio dos teclados Don Airey. Sábia decisão na matemática das superbandas, pois ainda mantinha dois fora de série na banda: o próprio Blackmore nas guitarras e Airey nos teclados. O Resultado final foi uma mudança no som do Rainbow, o qual tendeu ao AOR.

Embora esteja longe de Dio, Bonnet não faz feio, e consegue destaque na faixa de abertura, All Nigth Long, e na faixa Love’s No Friend. A produção de Roger Glover é correta, como sempre, porém o grande Martin Birch deixa saudades. Don Airey, por sua vez, cresce em cima do antigo tecladista e bota para quebrar. Sensacional seu trabalho, capaz de ocultar o trabalho de Blackmore em pelo menos cinco das nove faixas do álbum.

O resultado final é muito bom, porém fica abaixo dos álbuns anteriores. Blackmore que não é bobo se coça e, para o próximo álbum, o Rainbow tem novidades significativas.

Rainbow




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Jornalista Respons?vel: Filipe Souza - MTB: 32471/RJ
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