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Metal Zone Webmagazine - Black Sabbath | Black Sabbath: um show histórico e apoteótico | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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Black Sabbath

Gênero: Doom Metal
País: Inglaterra
Formação:
Ozzy Osbourne - Vocal
Tony Iommi - Guitarra
Geezer Butler - Baixo
http://www.blacksabbath.com/

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Black Sabbath

Black Sabbath: um show histórico e apoteótico

Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
13/10/2013

Black Sabbath: um show histórico e apoteótico O calor e o sol castigaram a capital carioca durante o dia. No início da tarde uma multidão se aglomerava em frente da Apoteose, que é o berço do carnaval carioca, onde as escolas de samba se apresentam. Só que naquele domingo seria diferente. As plumas e paetês foram substituídos por um batalhão de camisas pretas. As idades variavam entre adolescentes e jovens senhores. Todos se aglomerando para entrar, e mesmo não esgotando os ingressos o show contou um publico estimado por volta de 50 mil pessoas.

Assim como em São Paulo e Porto Alegre a abertura do show ficou por conta do Megadeth, que veio na turnê do seu mais recente disco de estúdio, o “Super Colider” lançado em 2013. Por causa do transito caótico da cidade, que abrigava além desse show ainda rolava na orla de Copacabana a Parada Gay. O que contribuiu para dar um nó no transito e dificultando o tráfego de quem vinha da zona Sul para o centro, muita gente se atrasou para o show.

Ainda com boa parte do público entrando, às 19h o Megadeth, capitaneado por Dave Mustaine já subiu no palco chutando o estômago dos fãs com “Hangar 18”. Mesmo com o setlist caprichado e tocando apenas uma música do fraco Super Colider, a banda levantou o público nos clássicos e em músicas nem tão conhecidas como “Sweating Bullets”. Entre o desfile de clássicos o grupo fuzilou o público com: Wake Up Dead, Symphony of Destruction, Tornado of Souls, Peace Sells, She Wolf, In My Darkest Hour e fecharam a apresentação com Holy Wars.

Mesmo compreendendo que abrir um show requer um setlist curto e ao mesmo tempo impactante, me decepcionou a banda não ter tocado nada do Youthanasia, esperei ansiosamente que tocassem Train of Consequences ou Reckoning Day, mas não. Já que tocariam duas músicas do Countdown do Extinction, poderiam ter optado apenas por Symphony of Destruction e descartado Sweating Bullets, que não é tão conhecida de um público mais generalizado.

Com uma simpatia ímpar e muito sorridente Dave Mustaine agradeceu o público distribuiu paletas e sorrisos. Quando os outros integrantes saíram do palco, Dave continuou e ainda brincou simulando uma air guitar. E não há duvida da competência e técnica que o cara exibe. Mesmo sem a mesma voz de dez anos atrás, o Megadeth deu muito bem o seu recado e ainda é uma das mais importantes e fundamentais bandas do estilo. O grupo estava coeso e cada integrante cumpriu muito bem o seu papel. Mustaine prometeu voltar em breve ao Rio de Janeiro. Estamos esperando!

Enquanto os técnicos desmontavam o palco do Megadeth uma cortina preta desceu e o grande momento finalmente havia chegado. O cenário estava pronto, sirenes anunciavam a entrada dos criadores, os mestres, os três senhores que juntos mudaram a história da musica. Eu poderia escrever páginas e mais páginas enaltecendo a importância dos três senhores que subiram nesse palco. Daquele ponto em diante presenciaríamos um momento mágico e talvez único nas páginas da história do Metal.

Não cabia mais gente na Apoteose, e quando os acordes de “War Pigs” começaram. Senti que fui teletransportado para outra realidade. O som estava perfeito, o baixo do Geezer Butler era estrondoso e achei que fosse abrir uma cratera e engolir a pista. Tony Iommy super concentrado em seus riffs que construíram vários capítulos na história da música. E Ozzy é icônico e um capítulo a parte, carismático o cantor tem o público na mão o show inteiro. Ele pede para que gritem e o publico grita, pede para que ergam as mãos e a plateia incendiada obedece.

A segunda musica da noite “In to the Void” seguida de “Under the Sun”, canções que são meio Lado B, mas que fizeram um ótimo trabalho ao vivo. O público já estava na mão da banda e um clássico fez estremecer a Apoteose: Snowblind!

Foi com “Black Sabbath” que eu simplesmente congelei. Enquanto a parte inicial da musica era entoada, olhei para uma igreja em estilo gótico a uns três quarteirões da apoteose e já fui viajando embalado pela musica. E bem que os sinos da igreja podiam tocar junto com a música. Enfim... Coisas de fã.

E diretamente de 1970 dois clássicos: Behind the Wall of Sleep e N.I.B. provaram que musica não envelhece. É hipnotizante o poder que N.I.B teve sobre o público. Uma massa de pessoas que se tornou uniforme pulava e agitava os braços. O público repetia os gestos de Ozzy como se estivessem hipnotizados ou presos em um sonho que quase nenhum dos presentes imaginaria que um dia pudesse acontecer.

Foi com End of the Beginning que os dois mundos do Sabbath colidiram. O passado e o presente em um cataclismo sonoro sem igual. O publico foi presente em todas as canções.

E com uma sequencia com mais três clássicos do álbum Paranoid, que quase foi executado na íntegra, a banda mandou Fairies Wear Boots, Rat Salad e Iron Man, com direito a um solo magistral de Mr. Geezer Butler.

Os três membros originais do Sabbath estavam bem confortáveis e carismáticos, todos a sua maneira. Era Ozzy o mais atirado! Brincava todo o momento com o público. Saiu correndo pelo palco com um morcego de borracha preso nos dentes, provavelmente jogado por fã.

Antes de começar alguma musica Ozzy emitia um som estranho, era um “ou-ou” parecido com um passarinho cuco. Inicialmente o publico ignorou, mas como isso se repetia os fãs passaram a repetir o som do cantor, que rindo soltou um sonoro: - I’m fucking crazy! O que levou a multidão aos risos. Os baldes de água, que são característicos das apresentações do cantor não faltaram. Ozzy parecia benzer o publico com cada balde de água jogado sobre eles.

O animalesco baterista Tommy Clufetos, que já tocou com Alice Cooper, Ted Nugent, Rob Zombie e com o próprio Ozzy, deu um show de técnica e personalidade. Com seu visual anos 70 e a lá John Bonham o batera levantou o publico em seu solo de bateria. E olha que eu detesto solos de bateria.

Uma música que para mim foi inesperada e me pegou de surpresa foi Dirty Woman do Technical Ecstasy (1976). Gosto muito desse som, mas poderia ter sido facilmente substituída por Never Say Die, já que parte do material promocional da banda e a exposição da capa na camisa do Robert Downey Jr, que interpreta do homem de ferro, tornou Cult essa tour e o disco. E também foi a última tour do Ozzy com o Black Sabbath em 1978, ou seja, 35 anos atrás.

Fechando a apresentação nada menos do que Children of the Grave para fulminar os presentes e demolir a Apoteose.

Mas não tinha acabado. Não assim tão fácil. O público carioca, como de costume, timidamente chamava o nome da banda.

Para quem não sabe a palavra Apoteose é usada quando queremos dar status de divindade ou endeusar um ser graças a alguma qualidade. E a divindade Sabbathiana estava no local exato para isso!

Fechando a noite os acordes de Paranoid reverberaram pela Apoteose terminando de lavar a alma de quem ainda incrédulo pulava e cantava com as ultimas energias.

A apresentação apoteótica do Black Sabbath fechou o ano com chave de ouro e ainda proporcionou aos presentes, seja os velhos guerreiros de shows, a molecada mais nova e quem estava ali pela primeira vez, uma experiência única e que talvez não se repita.

Foi uma noite mágica, apocalíptica e ao mesmo tempo libertadora para os novos e velhos fãs de um estilo musical que caminha sobre a Terra há mais de 50 anos. E que passou durante esse tempo por subdivisões celulares criando novos gêneros, todos oriundos do Heavy Metal, mas que possuem apenas um DNA chamado: BLACK SABBATH!

Isso mesmo, em letras garrafais!


Crédito das Fotos: Néstor J. Beremblum / T4F


Setlist:

War Pigs
Into the Void
Under the Sun
Snowblind
Age of Reason
Black Sabbath
Behind the Wall of Sleep
N.I.B.
End of the Beginning
Fairies Wear Boots
Rat Salad
Iron Man
God Is Dead?
Dirty Women
Children of the Grave

Bis:
Paranoid
(Sabbath Bloody Sabbath Intro)

Galeria do Show


Black Sabbath
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2013
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10/10

Os três senhores responsáveis pela criação do Heavy Metal e com seus mais de sessenta anos de idade carregaram em suas costas nos últimos meses, todo o peso da responsabilidade e de toda uma história honrosa que o nome Black Sabbath carrega. A missão desses nobres senhores? Manter a tradição!

Senão bastasse, o guitarrista Tony Iommi luta contra o câncer, o vocalista Ozzy Osbourne trava sua batalha contra a recaída nas drogas e uma possível separação de sua esposa, Sharon Osbourne. E o mais notável: eles passaram dos 60 anos, mesmo com uma vida de exageros! E continuam tão bons como em 1970.

Esse trabalho já merece nota dez pelo esforço coletivo desses monstros sagrados da música, independente do estilo musical que o leitor ouça. Esses três senhores que compuseram 13: Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra) e Geezer Butler (baixo), estão na ativa desde meados da década de sessenta, só para não aprofundar muito em datas. E juntos foram responsáveis por compor músicas que serviram de alicerce para posteriormente outros músicos criassem inúmeros estilos musicais. Serviram de inspiração para centenas de músicos e até hoje são referencia para novas bandas.

E foi justamente esse trio remanescente da formação original, que juntos lançaram o álbum “Never Say Die”, o último trabalho de estúdio do Black Sabbath isso em 1978, há exatos 35 anos atrás.

No momento em que escrevo esse texto, penso no frio na barriga que esses senhores, mesmo que com uma experiencial musical de quase meio século, sentiram enquanto estavam compondo e gravando esse trabalho. Sabendo que o mundo do Rock/Metal aguardavam ansiosos pelo lançamento de 13.

Quando coloquei 13 para “rolar” no meu mp3 player, não deu para esperar a amazon despachar os originais, que os primeiros acordes de “End Of Beginning” já me prenderam!

A marcação do baixo de Geezer Butler é inconfundível, os riffs e solo do Tony Iommi ainda estão intactos e Ozzy, que nunca foi grandes coisas como vocalista, cantando como Ozzy. O que mais o ouvinte quer?

É Black Sabbath em sua essência. É aquele velho demônio adormecido nas profundezas mais obscuras e frias do inferno, que abre sua cripta, espalhando sombra e destruição enquanto se levanta e ainda consegue urrar para mostrar que está vivo e forte. Esse demônio NUNCA morreu!

A segunda faixa do play “God is Dead?”, já havia sido liberada há algum tempo atrás e serviu para aguçar a vontade de alguns pelo novo trabalho da banda ou apenas alimentar o ceticismo de outros.

Após mais de 16 minutos de música, isso mesmo, as duas primeiras musicas somam exatamente 17:01 minutos, a faixa “Loner” é mais um exemplo de peso absurdo e musicalidade bem no estilo Black Sabbath. Para quebrar o clima “Zeitgeist” é uma baladinha blues. E não tem como me fazer deixar de lembrar a música “Planet Caravan” do álbum Paranoid (1970).

As pedradas “Age of Reason” e “Live Forever” dão sequencia ao disco e são ótimas. Em “Age of Reason”, o baixo de Geezer divide bem o comando da marcha para a guerra, com as levadas pesadas de Tony Iommi. Os solos de “Live Forever” beiram o descomunal. É Tony Iommi transbordando criatividade e vivacidade. O guitarrista mostra que ainda é uma tremenda fábrica de riffs.

E para fechar o cd mais dois grandes sons: “Damaged Soul”, com sua levada cadenciada e cheia de blues, pesada e melancólica. Em “Dear Father” outro momento de peso do cd. Desta vez o destaque fica para o baterista do Rage Against the Machine, Brad Wilk.

O cd saiu em versão deluxe com mais três músicas: Methademic, Peace of Mind e Pariah. E os fãs brasileiros podem comemorar, pois o CD já está na pré venda nos principais sites de e-commerce do Brasil. O preço não está muito diferente do lançamento europeu ou americano. O álbum custa no Submarino R$ 33,90.

Sem sombra de dúvida que “13” é mais um tiro certeiro do produtor Rick Rubin, os incrédulos e chorões de plantão que se mordam. Esse lançamento pode figurar tranquilamente entre os melhores discos da fase Ozzy do Black Sabbath.

Agora resta para nós fãs aguardar as lojas enviarem nossos pedidos, para quem comprou 13 na pré venda e os shows da banda em outubro no Brasil.

Faixas

01. End of the Beginning
02. God is Dead?
03. Loner
04. Zeitgeist
05. Age of Reason
06. Live Forever
07. Damaged Soul
08. Dear Father

CD02 - versão Deluxe:

01. Methademic
02. Peace of Mind
03. Pariah



ULA
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