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Rattle
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Metal Zone Home Shows → Amon Amarth
Amon Amarth

Amon Amarth

Gênero: Death Metal
País: Suécia
Formação:
Johan Hegg (Vocal)
Olavi Mikkonen (Guitarra)
Johan Söderberg (Guitarra)
Ted Lundström (Baixo)
Fredrik Andersson (Bateria)
http://www.amonamarth.com

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Amon Amarth

Amon Amarth: os vikings tomaram o Circo Voador

Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
16/05/2014

Amon Amarth: os vikings tomaram o Circo Voador Enquanto a lua cheia tentava fugir das nuvens e surgir esplendorosa no céu, um público ainda tímido, porém persistente, se aglomerava nos arredores do Circo Voador na Lapa, região boêmia do Rio de Janeiro. E dentro do Circo os preparativos para uma noite regada a muita mitologia nórdica e brasileira já começava.

Pela primeira vez no Rio de Janeiro, os suecos do Amon Amarth prometiam uma noite destruidora, mas não antes da banda brasileira Tamuya Thrash Tribe incendiar o palco do Circo Voador. Tudo isso em uma colisão de universos culturais ainda inédita em solo carioca. Onde nórdicos e tupiniquins brindavam em uma festa regada a muito Death Metal.

No começo foram um pouco mais de 50 pessoas que tiveram a oportunidade de assistir ao ótimo show da banda carioca Tamuya Thrash Tribe. Os quatro integrantes subiram no palco despejando torpedos explosivos do seu EP independente United, lançado em 2011. A combinação entre o Thrash Metal e Death Metal com temática abordando escravidão, abolicionismo e temas históricos brasileiros, manteve o público bem entretido. Tanto que na metade da apresentação a pista estava lotada e as rodas abriam a todo o momento.

A banda não se intimidou em tocar para um publico mais “asgardiano” e realizou a empreitada com muita competência e sem deixar espaço para que a galera respirasse. O vocalista/guitarrista Luciano Vadan foi um tremendo frontman. Mostrou para o público o motivo da banda estar ali. E inflamou a todos dizendo: - Nesta noite Thor e Tupã serão a mesma pessoa. O Circo veio abaixo depois disso! E arrepiou quem vos escreve. No final do show os comentários entre as pessoas que estavam próximas a mim eram um só: - Que banda foi essa?

Após o show bombástico do Tamuya Thrash Tribe, demorou um bom tempo para a atração principal subir no palco. Precisaram esperar o publico esfriar. E o Circo Voador enchia cada vez mais.
Por volta das 23h os suecos do Amon Amarth fariam do palco do Circo Voador sua Drakkar, que levaria o público para uma viagem através da mitologia nórdica e suas canções de batalha.

Abrindo a noite a terceira faixa do último álbum da banda “Deceiver of the Gods” (2013) – Father of the Wolf e na sequencia a própria “Deceiver of the Gods” para mostrar ao público que o Amom Amarth faria daquela noite um momento inesquecível! A terceira música da apresentação “Death in Fire” e a quarta “Free Will Sacrifice” fecharam uma sequencia alucinante e mortal.

Após algumas palavras de agradecimento do simpático grandalhão vocalista Johan Hegg, mais uma do álbum novo “As Loke Falls”, seguida por “We Shall Destroy” e “Guardians of Asgaard“, essa última com o público dando um banho de participação e empolgação.

E o publico presente no Circo Voador foi um show a parte nessa noite viking. As rodas não paravam de surgir em meio ao caótico Death Metal que eclodia dos altos falantes. Durante a música “The Last Stand of Frej” parte do público sentou e começaram a remar como se estivesse em um Drakkar. Algo impressionante e maravilho de se ver! Circulando em todas as direções alguns fãs exibiam seus braceletes de couro, pingentes de Mjölnir, bebiam cerveja em seus drinkhorn e cantavam as músicas em uníssono o tempo todo. Transformaram o Circo Voador em uma taberna!

A banda correspondia a toda essa animação com mais petardos como: “Blood Eagle”, “Runes to my Memory” e “Varyags of Miklagaard”. Mais três músicas fecharam o set: a emblemática “Destroyer of the Universe”, seguida por “Cry of the Black Birds” e “War of the Gods”.

Após poucos minutos de descanso a banda retorna para o bis com “Twilight of the Thunder God”. Ao final da música o vocalista Johan Hegg, mostrava que estava extasiado com a receptividade carioca e agradecia em um bom português o tempo todo, além de brincar com o público. O sueco ainda mexeu com a estima dos cariocas ao provocar a galera dizendo que não conseguiriam gritar tanto quanto o publico paulista. E o sueco recebeu de volta toda a energia dos presentes que se esgoelavam por toda a parte. Isso antes de fechar a noite em alto nível com “The Pursuit of Vikings”.

E mais uma vez os presentes nessa noite participaram em coro e acompanhavam os riffs dessa canção épica do excelente álbum “Fate of Norns” de 2004.

Já passava da meia noite de sábado e aos poucos os fãs deixavam o Circo Voador moídos e satisfeitos. Foi uma noite memorável e demorará um pouco para sair das mentes de quem presenciou uma festa como essa.

E o Amon Amarth mostrou o porquê ainda ser uma das poucas bandas do Death Metal sueco que ainda produzem material relevante para o estilo. E consegue fazer de um show uma verdadeira festa.

Hail to the Vikings!


Setlist:

01. Father of the Wolf
02. Deceiver of the Gods
03. Death in Fire
04. Free Will Sacrifice
05. As Loke Falls
06. We Shall Destroy
07. Guardians of Asgaard
08. Blood Eagle
09. Warriors of the North
10. Runes to My Memory
11. Varyags of Miklagaard
12. The Last Stand of Frej
13. Destroyer of the Universe
14. Cry of the Black Birds
15. War of the Gods

Bis:
16. Twilight of the Thunder God
17. The Pursuit of Vikings

Galeria do Show


Amon Amarth
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Surtur Rising

2011
Metal Blade
10/10

Finalmente temos em mãos o mais recente trabalho dos Vikings do Death Metal: Amon Amarth. Esse é o oitavo trabalho de estúdio da banda e concorre para ser um dos melhores lançamentos do ano.

O Amon Amarth surgiu junto com a safra de ótimas bandas suecas de death metal. Adotaram uma postura bem mais agressiva e menos modernizada do que seus conterrâneos do In Flames, Dark Tranquility e Soilwork.

Esse trabalho começou a ser escrito em 2010 e foi gravado no Park Studios. O produtor Jens Bogren foi quem indicou o nome ao disco. O nome seria uma homenagem a Surtur, o líder dos gigantes de fogo de Muspelheim ("terra de chamas") o mais antigo ser nos nove mundos da mitologia germanica.

Quem não está acostumando ao instrumental trabalhado da banda, se surpreenderá com a qualidade musical que o grupo alcançou nesse disco. E ficará assombrado com a energia e o fôlego do vocalista Hegg. O cantor está com uma qualidade vocal impressionante. Além de empregar uma dose mais do que convincente de agressividade e dramatização para as músicas.
Agregando a brutalidade do death metal a temática mitológica e viking, o Amon Amarth leva o ouvinte a uma viagem emocionante de 48 minutos.

A música que abre o cd é “War of the Gods” e já chega para quebrar tudo. É uma música que chama o ouvinte para a guerra. Não se espante de sair chamas e raios de seu aparelho de som. É a fúria de Odin!

Sem pausa para tomar fôlego, mal acabou a faixa de abertura a banda já desce com outra machadada sonora: “Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II”. Bateria em ritmo de guerra. Em alguns momentos é como se você sentisse o chão vibrar com a chegada de um exercito inimigo pronto para a batalha.

Em “Destroyer Of The Universe” a banda cria um refrão e uma melodia que não sai da cabeça! Essa faixa chegou a ganhar um vídeo clipe. Solos cortantes em meio ao caótico e mortal instrumental da banda. A letra conta a história de Surtur e o seu poder para destruir o Universo. É uma música rápida e certeira.

Os riffs iniciais de “Slaves Of Fear” são hipnóticos, essa é uma música pesada e mais melódica. Na música seguinte “Live Without Regrets” o grupo investe novamente em um instrumental rápido e massacrante. A sexta composição do cd é “The last Stand of Frej” e já tem um andamento mais carregado e lento. Com uma letra épica e clamando os guerreiros para a Vitória ou Morte (For Victory or Death) a sétima faixa, o grupo despeja solos arrebatadores e um instrumental de primeira linha.

Já se aproximando do final dessa obra de arte do Amon Amarth, a banda desfila ódio e agressividade em “Wrath of the Norsemen”. Já “A Beast Am I” é pancadaria goela a dentro. O disco fecha com “Doom Over Dead Man”, uma canção bem escolhida, já que possui um clima soturno. Uma levada cadenciada e arrastada. Uma das minhas faixas favoritas do cd.
Essa versão do álbum que comprei acompanha um DVD com mais de três horas de show da banda. São mais de trinta musicas. E é justamente nesse momento que podemos verificar o poder de fogo do Amon Amarth ao vivo. E esse cd vem um uma caixa digipack de alto nível, que se assemelha a um livro.


Faixas

01. War of the Gods
02. Töck's Taunt - Loke's Treachery Part II
03. Destroyer of the Universe
04. Slaves of Fear
05. Live Without Regrets
06. The Last Stand of Frej
07. For Victory or Death
08. Wrath of the Norsemen
09. A Beast Am I
10. Doom Over Dead Man

Deceiver of the Gods

2013
Metal Blade
9,5/10

Os Deuses do Death Metal Viking retornam dois anos após o aclamado Surtur Rising (2011). E a banda conseguiu se aproximar bem da qualidade do CD anterior. Com músicas tão pesadas e bem trabalhadas como em Surtur Rising. No geral ficou bem claro que os suecos usaram a mesma fórmula do último álbum. Porém, isso não prejudica em nada o árduo e poderoso trabalho apresentado.

As três primeiras músicas do álbum já entram no Hall das canções clássicas da banda. Abrindo o CD com a poderosa “Deceiver of the Gods” e uma chuva de riffs. A canção por sí só já é um tremendo cartão de visitas para o CD. Só que ela não está só, em seguida “As Loki Falls” continua a saga com mais riffs e voz de Johan Hegg soando como mil trovões. A terceira faixa já é minha canção favorita da banda: Father of the Wolf! É um hino de guerra. Pesada, lírica e se tocada no volume máximo parece trazer uma guerra épica e que mil demônios saíram do chão e travarão essa batalha na frente do ouvinte.

Se o CD tivesse apenas essas três músicas já agradaria, mas ainda temos mais sete torpedos sonoros capazes de aniquilar infinitos mundos. A qualidade sonora e lírica se mantém por todo o álbum. Mas é complicado continuar indicando músicas boas quando nos deparamos com a “We Shall Destroy”, que é mais cadenciada e mais death metal na linha tradicional.

Na oitava faixa do CD – “Hel”, conta com a participação especial do Messiah Marcolin (ex- Candlemass) o que deixou o som ainda mais fantástico e aguçado. Esse trabalho fecha com mais duas ótimas canções: Coming of the Tide, que é rápida, lembrando um pouco o Iron Maiden e o Judas Priest. Essa canção tem uma ótima letra. Concluíndo o trabalho “Warriors of the North”, que permeia entre o heavy metal tradicional e o death metal com a maestria que só o Amon Amarth consegue fazer. Além de ser ensurdecedora. A canção certa para fechar um excelente trabalho de estudio, já que deixou aquela sensação de querer ouvir mais sons novos da banda.


Faixas

01. Deceiver of the Gods
02. As Loke Falls
03. Father of the Wolf
04. Shape Shifter
05. Under Siege
06. Blood Eagle
07. We Shall Destroy
08. Hel
09. Coming of the Tide
10. Warriors of the North



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