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Metal Zone | Tamuya Thrash Tribe - United - 10/10 - Thrash Metal | Oriunda das terras cariocas surge uma grata revelação para o cenário Thrash/Death nacional: a poderosa Tamuya Thrash Tribe. O quarteto foi criado e | Revista Digital sobre Heavy Metal, Black Metal, Thrash Metal, Death Metal, Rock. Com resenhas de shows, cds, promoções, entrevistas, bandas de garagem, demo-tapes, cds demo.
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Metal Zone HomeResenhas de Cds → Tamuya Thrash Tribe - United

Tamuya Thrash Tribe 10/10

Gênero: Thrash Metal
País: Brasil
Versão: Nacional
Tipo: CD
Faixas:
01. Immortal King
02. Agonising and Insufferable
03. 1814
04. Missions
05. Uti Possidetis
06. Tamuya

www.myspace.com/tamuyathrashtribe

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Tamuya Thrash Tribe

United

2011

Por: Filipe Souza (filipe@metalzone.com.br)
Publicado em: 19/05/2014

Oriunda das terras cariocas surge uma grata revelação para o cenário Thrash/Death nacional: a poderosa Tamuya Thrash Tribe. O quarteto foi criado em 2010 e investe na vertente mais moderna do estilo, que lembra bandas consagradas como Amon Amarth, Trivium e Dew-Scented, só para citar alguns, lançou em 2011 seu primeiro EP e já conseguiu refletir seu nome no cenário nacional. O grupo já abriu os shows do Black Label Society em 2013 e Amon Amarth em 2014.

Com guitarras agressivas e sons que lembram uma marcha para guerra o TTT (Tamuya Thrash Tribe) abre o EP com “Immortal King”, que conta a história de Zumbi dos Palmares. Os riffs iniciais da música e o trabalho de bateria são magistrais. O vocalista/guitarrista Luciano Vassan é assombroso em seu desempenho vocal, variando entre o gutural e o mais rasgado.

E mais um show de riffs de guitarras, e com uma sonoridade mais melódica, a segunda faixa “Agonising and Insufferable” é outra imperdível canção. Mais uma vez os solos de guitarra são o ponto alto.

Já “1814” de longe é minha música favorita do EP. A letra versa sobre a crueldade dos navios negreiros e a chegada dos escravos ao Novo Mundo. É uma canção que intercala momentos de peso e velocidade com partes mais melódicas. No final das contas é uma canção imponente e forte.

Em “Missions” as viradas de bateria e os bumbos trazem a missão de estremecer os alicerces do ouvinte. Na letra a banda conta como as missões jesuíticas, de caráter civilizador e evangelizador conseguiram destruir a crença de nossos ancestrais indígenas (pelo menos os meus) em seus deuses míticos e ancestrais.

A “Uti Possidetis”, que tem seu título originário do latim e que significa "como possuís, assim possuais". Esse é um princípio do direito internacional, o qual versa sobre o fato de quem ocupa um território tem direito sobre ele. Em minha opinião é a faixa mais densa do disco no conceito lírico. Já seu instrumental é um pesadelo sonoro sem precedentes. E a música consegue passar muito bem todo esse pesadelo e o clima de terror que a musica pede. A letra é uma aula de história que está longe das carteiras escolares.

A música fala sobre as Guerras Garaníticas, um conflito que ocorreu após a assinatura de um tratado entre Portugal e Espanha no ano de 1750. O conflito envolveu tropas espanholas e portuguesas visando a transferência de tribos Guaranis da região do Rio Grande do Sul para a outra margem do Rio Uruguai.

Em 1753 e com a ajuda dos jesuítas, os índios bloquearam a demarcação das fronteiras. Isso fez com que as tropas colonizadoras iniciassem uma sangrenta retaliação que levou a morte cerca de 1200 índios. Esse conflito ficou conhecido como a Batalha de Caiboaté.

Fechando o EP a faixa “Tamuya”, que além de batizar o nome da banda, a música também cumpre muito bem o seu papel de fechar o CD em grande estilo. A letra é impecável. Contando a história da coalizão indígena liderada pela nação Tupinambá, aliada aos povos Guaianazes e Aimoré, que lutaram contra a escravidão portuguesa.

Tamuya ou Tamoios, que em Tupi significa “Avós” uma alusão por serem a tribo mais antiga a se instalar no litoral brasileiro. Essas tribos viviam em uma faixa de terra que ocupavam um trecho continental da América do Sul que começava no Uruguai e se estendia até o Pará.
Estima-se que viviam nessas terras mais de 70 mil índios. Eles foram a única e mais forte resistência organizada contra a sangrenta colonização portuguesa.

Minha impressão final sobre o trabalho da TTT não podia ser diferente: fã. Não tem como não ficar preso não somente a sonoridade do grupo, mas também as letras que são sensacionais.

E não deixem de conferir o clipe que a banda fez para “Immortal King”, faixa de abertura desse trabalho.

A produção do EP está muito boa e deixou os instrumentos limpos e audíveis. Todos os músicos são ótimos e as composições são impecáveis. Quem puder adquirir o material da banda fará um ótimo negócio. Vale e muito ter em mãos o trabalho desses caras!

Já passou e muito da hora de algum selo/gravadora olhar com mais atenção para o Tamuya Thrash Tribe e dar a oportunidade para a banda gravar um álbum completo e ajuda-los a divulgar um trabalho tão bom como esse. E assim atingir uma gama bem maior de público.





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